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Em 2016, índice de analfabetismo no Brasil ficou em 7,2%

Via Poder 360

Uma pesquisa divulgada nesta 5ª (21.dez.2017) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revela que, em 2016, a taxa de analfabetismo no país caiu para 7,2% (11,8 milhões de analfabetos). Em 2015, 8% dos brasileiros com 15 anos ou mais não sabiam ler ou escrever no país.

A taxa aumenta à medida que a idade avança, até atingir 20,4% entre as pessoas com mais de 60 anos. O levantamento foi feito ao longo de 2016 por meio da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).

A meta 9 do PNE (Plano Nacional de Educação), lei sancionada em 2014, previa a redução da taxa de analfabetismo para 6,5%, em 2015 no país, o que não foi alcançado.

A taxa de analfabetismo para as pessoas pretas ou pardas é de 9,9%. Este índice foi mais que o dobro observado entre as pessoas brancas (4,2%) em todas as regiões do país.

ANALFABETISMO NAS REGIÕES

De acordo com o IBGE, o Nordeste apresentou a maior taxa de analfabetismo (14,8%), índice quase 4 vezes maior do que as taxas estimadas para o Sudeste (3,8%) e o Sul (3,6%). No Norte, a taxa foi 8,5% e no Centro-Oeste, 5,7%. A meta 9 do PNE para 2015 só foi atingida nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

NÍVEL DE INSTRUÇÃO

No Brasil, 51% da população de 25 anos ou mais tinham até o ensino fundamental completo ou equivalente em 2016; 26,3%, o ensino médio completo, e 15,3%, o superior completo.

Considerando a cor ou raça, as diferenças no nível de instrução são significativas: enquanto 7,3% das pessoas brancas não tinham instrução, 14,7% das pessoas pretas ou pardas estavam nesse grupo.

Neste caso, ocorre o inverso no nível superior completo: 22,2% das pessoas brancas tinham esse nível de instrução, ao passo que entre as pretas ou pardas a proporção era de 8,8%.

No ano passado, o número médio de anos de estudo das pessoas com 25 anos ou mais foram de 8 anos. As regiões Nordeste e Norte ficaram abaixo da média nacional, com 6,7 anos e 7,4 anos respectivamente, enquanto as regiões Sul (8,3 anos), Centro-Oeste (8,3 anos) e Sudeste (8,8 anos) situaram-se acima da média.

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