Vacinação contra gripe começa na quarta-feira

Inicio da campanha de vacinacao contra a gripe H1N1.
A partir da quarta-feira, aproximadamente 400 mil recifenses poderão procurar uma das 170 unidades de saúde da família (incluindo as Upinhas), unidades básicas tradicionais e policlínicas da Prefeitura do Recife para receber a vacina contra a gripe. A meta do Ministério da Saúde é vacinar pelo menos 90% do público-alvo. O Dia D da 21ª Campanha de Vacinação Contra a Influenza (gripe) será realizado em 4 de maio, e a previsão é encerrar a campanha no dia 31 de maio. Em 2018, 100% do público-alvo foi imunizado contra a doença.
 
A novidade deste ano é que a faixa etária das crianças que precisam se vacinar foi ampliada. Antes, o Ministério da Saúde recomendava imunizar os menores de 5 anos e agora a vacina será para os menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias). Entre os próximos dias 10 e 17, das 8h às 17h, serão vacinadas apenas as gestantes e as crianças de 6 meses a menores de 6 anos. 
 
Na semana seguinte, serão imunizados os outros grupos prioritários: pessoas com 60 anos de idade ou mais, puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhadores da saúde, professores das escolas públicas e privadas, povos indígenas; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade em cumprimento de medidas socioeducativas; os detentos e os funcionários do sistema prisional; pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais.
 
Os profissionais de saúde vão aproveitar o período de campanha para atualizar a Caderneta de Vacinação da população. “Precisamos aproveitar que as pessoas estão nos nossos serviços para melhorar as coberturas vacinais. Vamos aplicar as vacinas contra coqueluche nas grávidas e crianças que precisarem, assim como pretendemos imunizar mais adolescentes contra HPV, por exemplo”, explicou o secretário de Saúde do Recife, Jailson Correia.
 
A vacina é contraindicada apenas para pessoas que têm alergia a ovo e para aquelas que apresentaram alguma reação adversa em doses anteriores. Nos casos de doenças febris agudas, moderadas ou graves, é recomendado que a vacinação seja adiada.
 
Profissionais das redes públicas e privadas de educação e de saúde devem levar comprovantes laborais, como crachás ou carteira de trabalho.
 

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