Carrero, o trapalhão de Yves em Paulista

Mal começou a gestão em Paulista, o prefeito Yves Ribeiro (MDB) passa a imagem de que governa com o mesmo poder atribuído à rainha da Inglaterra: caneta seca. Já caiu na boca do povo que todo o poder, na verdade, emana do gabinete do super secretário Jorge Carrero, carreirista-mor, que do seu gabinete de Infraestrutura controla mais sete secretarias. 

Depois das trapalhadas na era Júnior Matuto, Carreiro engordou o olho e tem usado a máquina de forma abusiva para sair candidato a deputado estadual em 2022. Não tem feito outra coisa a não ser trabalhar em proveito próprio, com um agravante: Yves sabe das suas pretensões para chegar ao Legislativo estadual a qualquer custo e fecha os olhos,  colocando em risco a gestão com o carimbo da mudança que prometeu ao longo da campanha. 

Além de ocupar a pasta de Infraestrutura e Serviços Públicos, o goela Carrero bancou Kaio Damasceno em Assuntos Jurídicos; Hugo Leonardo Lopes de Souza, na Administração; Marcelo Menezes, em Segurança Cidadã, Defesa Civil e transporte; e Cláudio Nunes, em Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente. Nunca se viu na história de Paulista um prefeito delegar tantos poderes a um auxiliar que não faz gestão, mas politicagem para se eleger deputado.

“É o mais abusivo uso da máquina pública que se tem na história de Paulista”, diz um próprio aliado do prefeito, que já começou a perder apoios importantes personagens que ajudaram a elegê-lo no segundo turno, a exemplo do ex-vereador Alemão, o quarto mais votado na disputa pela Prefeitura na eleição de primeiro turno.

“Estou fora desse governo, aliás nunca estive dentro”, diz Alemão, confirmando o rompimento. Como ele, diversos candidatos a vereador bem votados, aos quais Yves prometeu o céu e a terra, também já estão do outro lado do balcão, engrossando o bloco de oposição. 

Carrero, o trapalhão, já apelidado de primeiro-ministro de Paulista, governa até com aliados que reinaram na era Júnior Matuto, como é o caso de Paulo Marenga, verdadeiro papel de embrulhar prego, a quem delegou o poder de secretário-executivo na pasta de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente. 

 “Os pequenos e médios construtores estão deixando de investir em Paulista porque não aguentam serem tão maltratados pelo Marenga, que dificulta tudo, inclusive o habite-se”, reclama um secretário, já entediado com a falta de rumo na gestão Yves.

FONTE: BLOGDOMAGNO

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