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Câmara vota denúncia e deve dar vitória a Temer e ministros

Foto: Beto Barata/ Presidência da República

 

O plenário da Câmara dos Deputados analisa nesta 4ª feira (25.out.2017) o pedido do STF (Supremo Tribunal Federal) para processar, por crime comum, o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral). Para isso, são necessários 342 votos dos 513 deputados.

A sessão está marcada para começar às 9h, mas a votação só ocorre depois que o quórum alcançar, pelo menos, 342 deputados presentes no plenário. A oposição, assim como ocorreu na 1ª denúncia contra o presidente, tentará atrasar a votação para que ela seja transmitida durante o horário nobre da TV aberta.

Os deputados votarão o relatório aprovado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Casa elaborado pelo deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG). Na semana passada, o parecer contrário à denúncia foi aprovado por 39 votos a 26.

A PGR (Procuradoria Geral da República) acusa o presidente e os ministros de formação de organização criminosa. Além disso, Temer pode responder por obstrução de Justiça.

Nesta 3ª feira (24.out), o ministro do STF Marco Aurélio Mello negou o fatiamento da análise da denúncia. Caso aceitasse o pedido feito pelo PC do B, seriam 4 votações diferentes.

Aliados do presidente Michel Temer avaliam que o resultado –em caso positivo ao Planalto– deverá ser o início de uma nova fase da administração federal.

Na última semana, ministros foram exonerados para que retornassem à Câmara e pudessem ajudar na votação a favor do presidente. Antônio Imbassahy (licenciado da Secretaria de Governo) e Ronaldo Nogueira (licenciado do ministério do Trabalho) voltam à Câmara abalados por crises envolvendo suas atuações nos cargos.

No dia 2 de agosto de 2017, a Câmara suspendeu a 1ª denúncia contra Michel Temer por corrupção passiva. Foram 263 votos favoráveis ao presidente, 227 contrários, 2 abstenções e 18 ausências.

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